Amanhã estréia o filme/documentário dos últimos dias de Michael Jackson. Cem horas de gravações dos bastidores dos ensaios para o novo e último show de MJ: This is It! Um título curioso. Afinal, não deveria ser "This is him!"?! Já explico.
Se bem me lembro das minhas aulas de "Verbo TOBE", quando se trata de gênero humano, masculino ou feminino, usa-se he ou she, him ou her, para, respectivamente, ele ou ela, ele/dele ou ela/dela. Quando se trata de animais e objetos inanimados, usa-se it.
Logo, numa tradução livre, "This is It", ou "Isto é ele", quereria dizer que MJ já não era mais humano, tantas as transformações e esquisitices que o rodeavam? Ou era mais uma das indiretas sarcásticas de MJ aos críticos ácidos que o perseguiam impiedosamente? "Eis o que vocês queriam, um novo show da aberração - This is It! Eis ele, a aberração!" (???)
Seja como for, o certo é que o nome é complicado demais - muito 'i', muito 's', muito 't', e pra cereja do bolo ainda tem um 'h', logo ali do lado do 't', aquele que te obriga a falar algo entre 't' e 'd', mas que não é nem 't' e nem 'd'. O seguinte diálogo ocorreu em casa:
- Como se pronuncia o nome do filme? - This is It! Pronuncia-se /ðɪs/ /iz/ /it/ - ahm?? - Fala-se mais ou menos "dhizisit", tudo junto... - diz-giz-git ?? - Sim, mas tem que pôr a língua entre os dentes na hora de falar o "TH". - Como? - Assim, ó... - demonstração - e fala o 'i' mais aberto, quase pra 'ê': dhêz - dêzi?? - Quase... tenta falar tudo junto: "dhizisit", com o 'i' mais aberto e a língua entre os tentes. - dêz-êz-it - Isso, isso mesmo, "Deus existe" e vai te fazer destravar essa língua pelas horas que são...
Agora, só resta saber se o filme será revelador, ou se será mais do mesmo.
"Ser intransigente com os outros não tem grande sentido; eles são o que podem ser e creio bem que seriam melhores se o pudessem; a Natureza ou o meio lhes tiraram as condições que os levariam mais alto; não os devo olhar senão com uma íntima piedade."
Enfim, depois de dois meses de árduo trabalho e muita concentração, conseguimos evoluir, fazer o exame e obter a faixa Amarela. É o segundo passo de uma longa caminhada (o primeiro foi ter começado). Mas... até onde iremos? Até onde podemos chegar? Essa pergunta não tem uma resposta fácil. O treinamento é intenso, duro, e tende a ficar mais pesado na medida em que progredimos: não é fácil ser um Padawan da Uechi-ryu. Como diz o Sensei: "Cada faixa é uma vitória, porque leva você mais perto da Preta, mas traz também mais dificuldades, mais responsabilidades".
Permaneceremos, então, no nosso caminho, com nosso objetivo básico: conseguir terminar o treino do dia, até o fim, isso basta! E aproveitar o momento... :)
Os três pequenos gafanhotos e o Sensei!
Shiny Happy People: Parabéns e Parabéns!
E pra você, meu amor, que tem me acompanhado bravamente, essa que já era nossa música favorita do ColdPlay, agora ganha um novo significado, um significado todo... Amarelo!
Look at the stars, Olhe para as estrelas, Look how they shine for you, Olhe como elas brilham por você, And everything you do, E tudo o que você faz, Yeah, they were all yellow. Sim, elas são todas amarelas I came along, Eu progredi, I wrote a song for you, Eu escrevi uma canção pra você, And all the things you do, E todas as coisas que você faz, And it was called "Yellow". E eu chamei de "Amarelo".
So then I took my turn, Então esperei minha vez, Oh what a thing to have done, Oh, que se há de fazer? And it was all "Yellow." E era tudo "Amarelo".
Your skin, Sua pele, Oh yeah your skin and bones, Oh, sim, sua pele e ossos, Turn into something beautiful, Tornaram-se em algo bonito, You know, you know I love you so, Você sabe, você sabe que eu amo você tanto, You know I love you so. Você sabe que eu amo você tanto.
I swam across, Eu fiz a travessia, I jumped across for you, Eu superei barreiras por você, Oh what a thing to do. Oh, que se há de fazer? Cos you were all "Yellow", Porque você era toda "Amarelo",
I drew a line, Eu desenhei uma linha, I drew a line for you, Eu desenhei uma linha pra você, Oh what a thing to do, Oh, que se há de fazer? And it was all "Yellow." E ela era toda "Amarelo".
Your skin, Sua pele, Oh yeah your skin and bones, Oh, sim, sua pele e ossos, Turn into something beautiful, Tornaram-se em algo bonito And you know, E você sabe For you I'd bleed myself dry, Por você eu daria meu próprio sangue, For you I'd bleed myself dry. Por você eu daria meu próprio sangue.
It's true, É verdade, Look how they shine for you, Olha como elas brilham por você, Look how they shine for you, Olha como elas brilham por você, Look how they shine for, Olha como elas brilham por, Look how they shine for you, Olha como elas brilham por você, Look how they shine for you, Olha como elas brilham por você, Look how they shine. Olha como elas brilham.
Look at the stars, Olha as estrelas, Look how they shine for you, Olhe como elas brilham por você, And all the things that you do. E todas as coisas que você faz.
Hoje é dia do Biólogo, com "B" maiúsculo! Nisso, ocorre-me agora a lembrança de uma música do Lulu Santos, da qual gosto muito, tanto da letra, quanto do clima da melodia. Sempre achei que ele queria dizer algo mais nessa música do que narrar uma história mirabolante e fantasiosa, que remete aos tempos da colonização espanhola.
Para muitos, os espanhóis e a devassa que fizeram na América Latina são o primeiro exemplo de biopirataria de que se tem história. A quantidade de espécimes que levaram daqui, de animais e plantas, não está devidamente registrada, mas os indícios são muitos e evidentes.
Do que estou falando? Da letra da música "O Retorno do Maia Intergalático"!
Notem que temos nessa música três elementos: a natureza, a biopirataria praticada pelos espanhóis e supostos alienígenas que viriam para salvar a Terra de nós mesmos. Curiosamente, esses aliens são mencionados na música como sendo descendentes dos Maias, dizimados pelos espanhóis, que voltam depois de uma longo período de exílio para resgatar a Terra e desfazer tudo o que de ruim aconteceu com ela desde sua partida ("Detonando de vez o império de Cortez").
Na minha interpretação, quando a música diz "Algumas pessoas os tomam por anjos, e pensam que zelam por sua boa vontade,", ela na verdade está falando, não dos maias-alienígenas, mas simplesmente dos Biólogos e ambientalistas que cuidam do planeta, enquanto que a maioria de nós apenas vive a sua vida sem se preocupar com o futuro da Terra. A própria música conclui na mesma estrofe que isso é "é uma forma de covardia e de fugir à própria responsabilidade", pois todos somos responsáveis pela vida, ou, como os Biólogos gostam de falar... pela "biodiversidade".
Sem falar que a ideia de um retorno de habitantes da terra, que fogem para o espaço e depois voltam para reaver a Terra, é uma ideia já bem debatida no cinema e na literatura de ficção científica, que vez por outra fantasia (de maneira até bem plausível) que a vida na Terra ficará tão insustentável, se todos continuarmos no passo em que estamos e sem tomar nenhuma medida de proteção, que a única saída será abandonar a Terra e habitar o espaço sideral (vide o filme Wall-e, a mais recente manifestação dessa idéia).
Enfim, acho que já deu pra entender o ponto e a relação da música com o dia de hoje. Então, segue abaixo a letra (infelizmente não achei o clipe da música) pra curtir.
Navegam em naves movidas à pura vontade E têm poderes realmente impressionantes Não necessitam dar demonstrações disso E nesse momento não seria interessante.
Querem saber se a raça humana Sabe dar o passo para evoluir Ou se é pré-programada pra se destruir.
Nossa sobrevivência deles depende nesse instante, De alguma escolha cósmica que talvez venham a fazer. Entre este e outro planeta habitado mais distante, Por motivos que nunca conheceremos.
Querem saber se a raça humana Sabe dar o passo para evoluir Ou se é pré-programada pra se destruir.
O retorno do maia intergalático Detonando de vez O império de Cortez O retorno do maia intergalático Deletando de vez Os arquivos de Pizarro e Cortez.
Algumas pessoas os tomam por anjos E pensam que zelam por sua boa vontade, O que é uma forma de covardia, E de fugir à própria responsabilidade.
I Fórum Amazônico de Software Livre é um evento que pretende abrir espaço para discussões e reflexões sobre o papel social do Software Livre, apresentar ferramentas, promover palestras, mini-cursos, divulgar casos de sucesso e iniciativas de Software Livre na região amazônica.
O público alvo do evento é bastante amplo. Contamos com a participação da sociedade em geral, pessoas da comunidade de Software Livre, movimentos sociais, iniciativa privada, organizações não-governamentais, órgãos municipais, estaduais e federais, além da presença da comunidade acadêmica, principalmente das áreas de computação, educação e comunicação.
O evento acontecerá na UFPA, Campus de Santarém, de 2 a 5 de setembro de 2009. Maiores informações e pré-inscrição acesse:
DSLs estão sendo cada vez mais utilizadas em aplicações corporativas que utilizam motores de regra. Nesse caso, as DSLs são consideradas externas.
Imagine um cenário de uma aplicação corporativa com muitas regras de negócio, onde um conjunto delas muda com frequência. Para cada mudança no conjunto de regras, utilizando o método tradicional de manutenção de sistemas de computador, em que as regras ficam em uma camada de negócios, é necessário construir, publicar e testar uma nova versão da aplicação, que, uma vez liberada pela equipe de testes, poderá então ser publicada em produção. Isso é oneroso demais, pois o tempo do ciclo de desenvolvimento pode não acompanhar o tempo de mudança de cenário nos negócios. Além disso, com regras de negócios codificadas em diversos módulos (imagine um ambiente com parte COBOL, parte Java, etc...) é fácil ter regras que se sobrepõem a outras.
Nesse contexto, um motor de regras ajuda substancialmente. O Drools é um dos mais utilizados, por ser estável, robusto, livre e de código aberto. Com ele, tem-se um repositório de regras, uma API para acessar as regras e solicitar confrontos de fatos, e um motor de inferência, que é o responsável por pegar uma entidade (chamada ali de fato) e validá-la (fazer o confronto) de acordo com um conjunto de regras disponíveis e válidas para aquele tipo de fato. Em outras palavras, o Drools permite que se pegue uma entidade e valide ela de acordo com um conjunto de regras pré-determinadas. Ele pode então retornar se o estado da entidade é válido ou não.
As regras que estão no repositório de regras podem ser codificadas de duas formas: em linguagem procedural (Java) ou utilizando uma linguagem declarativa (DSL). Escrever as regras utilizando uma linguagem procedural é mais natural para o programador, e mais prático para o pessoal de TI à primeira vista. Entretanto, a comunicação precisa de tradução na hora de validar as regras codificadas com a área de negócios, que não entende nada de programação, e nem precisa. Assim, deixando de lado os tradicionais "cases" e "IFs" aninhados, e sintaxes de objetos, é possível escrever sentenças em bom e claro português que sejam de fácil entendimento tanto para a área de negócios da empresa quanto para a área de TI, e o melhor: de uma forma que seja executável (WYSIWYG).
Um exemplo de regra para o Bolsa Família, por exemplo, seria:
"Família deve ter rendade até R$ 120,00 e com todos os filhosemidade escolarmatriculadosefrequentando."
A frase acima qualquer um entende. Ela utiliza termos específicos do negócio (sublinhados), conectores lógicos (em negrito), conectores de implicância (em destaque amarelo), qualificadores (em laranja) e especificador de faixa (em vermelho). Tudo de uma maneira transparente para o leigo:
"Família deve ter renda de até R$ 120,00 e com todos os filhos em idade escolar matriculados e frequentando."
E o melhor: essa frase, após ser implementanda no Drools, é perfeitamente executável. Ou seja, o que a área de negócios entende e aprova é exatamente o que estará sendo executado nos sistemas em produção. E se mais tarde a regra sofrer uma alteração para, digamos:
"Família deve ter renda de até R$ 120,00 e com todos os filhos em idade escolar matriculados e frequentando, e com as crianças em idade de vacinação vacinadas."
Não será necessário passar por todo um ciclo de programação, build, teste, homologação e produção. Basta alterar a regra no repositório, e ela estará valendo em produção, certeira, sem estresse, sem alterar a versão das aplicações que dependam daquela regra (já a versão da regra é alterada, pois as regras são armazenadas num sistema de controle de versão).
Em um sistema que utiliza um motor de regras, a camada de negócios fica oca e delega qualquer decisão ao motor de regras, repassando-lhe todas as requisições para validação de objetos.
Retomando a sentença anterior, ela parece simples, mas uma olhada mais de perto demonstra que nada é tão simples assim:
"Família deve ter renda de até R$ 120,00 e com todos os filhos em idade escolar matriculados e frequentando."
Se a regra acima fosse descrita não em DSL mas em Java, como tradicionalmente o é, ela não comportaria em uma linha, pois sua declaração implica em um loop, no qual presume-se que todos os itens de uma coleção (coleção de filhos da Família) sejam percorridos e validados quanto à idade, quanto à matrícula e quanto à frequência. A própria noção de loop não é muito simples de se explicar para não programadores (quem lembrar dos primeiros passos em programação, haverá de concordar). Além disso, a aplicação da faixa para a renda, tão simples quando dita como "renda de até R$ 120,00", em bom e velho Java ficaria nada amigável:
if (familia.getRenda() >= 0 && familia.getRenda() <= 120) {...
Junte tudo, e você não vai ter coragem de mostrar essa regra para a área de negócios:
int i = 0; if (familia.getRenda() >= 0 && familia.getRenda() <= 120) { while (i < familia.getFilhos().getSize()) { Filho f = familia.getFilhos(i); if (6 <= f.getIdade() && f.getIdade() <= 15) { //Não vou nem terminar, que eu acho que já deu //pra sentir o drama em relação a simples sentença //que declara a regra em português via DSL externa. } } }
Agora, sejamos francos, por melhores programadores que possamos ser, o que é mais fácil de entender e manter, o IF acima ou a sentença em português?
Morando em Brasília há pouco mais de 3 anos, venho me ambientando aos poucos com os cenários do planalto central. As comidas, as falas, as gentes, as situações, as culturas, os maneirismos, as histórias, os locais... Tudo é sempre muito novo por aqui. Se Brasília tivesse esquinas, como outras cidades tem, poderia dizer que era dobrar uma e ser surpreendido.
Não bastasse isso, recentemente fui presenteado com um exemplar de Renato Russo - O Filho da Revolução (Obrigado, meu amor!). Não é uma biografia padrão. O autor contextualiza o cenário e o momento histórico em que vivia Renato Russo, para que o leitor entenda quem realmente era Renato. Há longas passagens sobre movimento musical, movimento político, ditadura, história de Brasília, movimento cultural, sem uma gota a respeito de Renato. E então, somos brindados com uma cena da vida de Manfredini ocorrida no contexto que acabara de ser narrado.
É um livro excelente, empolgante mesmo. Com uma linguagem que tem um quê de cinematográfica (daria um ótimo filme): o livro já inicia com tensão absoluta, ameaças de bomba a Renato por telefone, ditadura, confrontos estudantis, então a cena corta para um momento distante do passado. Nem JK escapa à narrativa, como não poderia deixar de ser, tão íntima é a história de Renato com a história de Brasília e do Brasil, já que ele viveu naqueles "tempos quentes".
O livro é recheado de fotos antológicas, letras de músicas rascunhadas com a própria letra de Renato e confissões de amigos, parentes e conhecidos do cantor. É um livro de muitas páginas, que impressionam à primeira vista os menos afeitos à leitura, mas que fisgam o leitor de cara. Não dá pra desgrudar fácil da obra. Assim como não dá para memorizar o turbilhão de informações históricas que são metralhadas linha a linha. Você vai lendo e vai descobrindo o porquê dos títulos e letras e atitudes de Renato, mas não de forma direta, o autor faz você descobrir as coisas de forma sutil.
A narrativa não segue uma ordem linear. Ela segue como um flash que brilha aqui e se apaga ali, reaparecendo mais adiante, e de volta outra vez. É específica em citar nomes, endereços, datas, marcas, e situações. Mostra um Renato comum e sonhador, como todo adolescente o é. Que se achava feio e desejaitado. Que se intimidava fácil, mas não deixava transparecer, sempre com respostas ácidas, mordazes e irônicas na ponta da língua. Um CDF como toda classe ou escola tem. Um obstinado e idealizador como poucos são. Pode-se dizer, sem desmerecer sua trajetória e seu talento, que Renato esteve nos lugares certos nas horas certas. Na efervescência que eram aqueles tempos de ditadura, com a cultura punk explodindo pelo mundo, enquanto aqui o que explodia eram as bombas de gás lacrimogeneo, com o movimento estudantil cada vez maior, conturbado e anárquico, a ponto de ser criticado pelo então metalúrgico Lula e artistas da época, aquele era o cenário ideal para o desenvolvimento de uma mente contestadora, crítica e cheia de imaginação - Renato chegou a escrever três volumes contando a história de uma banda de rock fictícia que ele sonhava que seria a sua um dia. Eu gostaria de ler esses livros se um dia forem publicados.
Enfim, ainda estou no primeiro terço da biografia. Mas as surpresas não param por aí. Mais recentemente recebi de um amigo um vídeo, trecho do filme "O Homem do Rio", gravado na Brasília de 1964, o ano em que estourou a ditadura. É um dos filmes que marcou o estilo Nouvelle Vague, com o ator Jean-Paul Belmondo, ícone sexual da época, que faz uma espécie de 007. Naquele mesmo ano, a UnB foi invadida pelos milicos. Dezesseis professores foram expulsos, e outros 223 se demitiram em apoio aos primeiros. O Cérebro de Brasília, como era chamada a UnB pelos estrategistas militares, entrou em coma. Brasília ainda estava por terminar, uma poeira só, e muita coisa ainda estava por acontecer. Renato passou ao largo de muitos eventos dramáticos, não por vontade, mas porque morou um tempo nos EUA enquanto seu pai fazia pós, e depois porque ficou de cama por uns três anos, sem poder andar, acometido por uma doença que lhe rendeu três pinos na perna.
Não bastasse isso (sim, tem mais), o filho de Renato Russo (Giuliano Manfredini) e a irmã de Renato (Carmem Manfredini), mais ex-integrantes do Capital Inicial acabam de fundar uma banda chamada Multiverso Paralelo. O primeiro CD (beneficente) chamado "Rock solidário é rock mesmo" está sendo divulgado via internet e em cartazes espalhados pelo DF (vi um na padaria próximo de casa). O CD está sendo distribuído meio offstream. Com interpretações de músicas clássicas do Legião Urbana, as vendas desse trabalho serão revertidas para entidades que cuidam de viciados em drogas. Veja a seguir a irmã de Renato em entrevista e uma performance do grupo:
O quê? Ficou com saudades das velhas e boas músicas da Legião? Ouça aqui ;-)